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Os imóveis também merecem proteção do seguro

Fonte: Diário do Comércio


Se há alguns anos proteger o patrimônio conquistado a duras penas era luxo para poucos, hoje é cada vez maior a adesão dos consumidores à modalidade de seguro residencial. Influenciado por fatores positivos, como o aquecimento do mercado imobiliário e a ascensão da classe C, e por negativos, como o aumento dos registros de assaltos a residências (foram 475 em São Paulo entre 1º de janeiro e 10 de março deste ano, ou um roubo a cada três horas e meia, segundo dados da Secretaria de Segurança Pública), é fato que esse mercado está em um momento de plena expansão.

Dados da Federação Nacional de Seguros Gerais (Fenseg) apontam que a penetração da modalidade de proteção residencial no País já chegou a 12% do mercado de seguros. Apesar de o número ser considerado ainda baixo pelos grandes players do setor, todos são unânimes, porém, em apostar em seu potencial de expansão. De acordo com a Fenseg, a receita total de seguros residenciais no País fechou 2011 em R$ 1,44 bilhão – ou 15% a mais que em igual período de 2010. De janeiro a março de 2012, já ultrapassou os R$ 377,1 milhões, uma alta de 13,6% ante os três primeiros meses do ano anterior.

Segundo o diretor de seguro residencial da Itaú Seguros, Ney Dias, se antes ter um seguro do tipo exigia muito "sacrifício", hoje os consumidores associam a proteção do imóvel conquistado ao pleno emprego. "O seguro dá mais conforto para se tomar decisões de longo prazo, além de oferecer suporte no momento em que mais se precisa", afirma o executivo.

O gerente de riscos diversos da Caixa Seguros, Federico Salazar, tem a mesma opinião. Para ele, a procura pelo produto, que hoje ocorre muito mais pela ascensão da classe C, mostra que, se o brasileiro passou a se preocupar mais com esse seguro, "é porque há um patrimônio que vale a pena proteger".

Mas embora a baixa participação do seguro residencial ainda seja "preocupante socialmente", ressalta Dias, da Itaú Seguros, as perspectivas são muito positivas. Ele se refere à atual superioridade do seguro de automóveis: 35% da frota de automóveis hoje passível de cobertura, mas quase 90% das residências não estão protegidas.

Mercado em expansão

Em conjunto com a Porto Seguro, a Itaú Seguros viu o número de contratações mensais saltar de R$ 66 milhões em fevereiro de 2007, para R$ 139 milhões em 2011, quando ficou em primeiro lugar em participação de mercado (28%). A seguradora prevê crescer 17% ainda neste ano. "Atualmente, temos 1,4 milhão de segurados só residenciais", informa Dias.

Já a Bradesco Auto/RE, que tem cerca de 1,9 milhão de residências seguradas, aposta na ampla oferta de produtos e na atenção ao seguro residencial para crescer mais que os 26% registrados no primeiro trimestre de 2012, ante os 12% do mercado. "Estamos sensibilizando os proprietários a garantir o principal patrimônio de sua família", disse o presidente da companhia, Ricardo Saad.

Para Salazar, da Caixa Seguros (que cresceu 20% em 2011 e prevê crescer até 25% este ano), a demanda reprimida de hoje será facilmente revertida, porque as seguradoras têm investido em outros serviços além do sinistro, como o de atendimento emergencial de encanadores e eletricistas, por exemplo. "Essa difusão do seguro ajuda as pessoas a gastarem menos, ao deixarem de pagar por serviços emergenciais. E vai crescer mais, porque a demanda existe", aposta. "A tendência é de uma oferta de cada vez mais serviços", completou Dias, da Itaú Seguros.

Seguros para todos

Para quem pretende aderir ao seguro residencial, há produtos acessíveis a todos os bolsos. Como exemplos, há o Bradesco Bilhete Residencial, pago em parcela única de R$ 51,60, ou o Seguro Tranquilo Fácil Residencial, com parcelas anuais a partir de R$ 69,90, na Caixa Seguros. Na Itaú Seguros, há apenas uma modalidade desse tipo de produto, e a avaliação relativa a preços e coberturas é feita caso a caso, nas agências.

De acordo com a Fenseg, o seguro residencial pode custar ainda menos do que se pensa: para um apartamento de R$ 100 mil em São Paulo ou no Rio de Janeiro custa, em média, R$ 200 por ano. Ou seja, o preço varia entre 0,1% e 0,3% do valor segurado. É importante frisar que os valores mudam de acordo com uma série de variáveis – os interessados podem fazer simulações nas seguradoras conforme as suas necessidades.

Em geral, as coberturas tradicionais, que têm prazo médio para pagamento da indenização de sete a dez dias, segundo a Fenseg, envolvem proteção contra roubo, incêndio ou explosão, entre outros. Levantamento da Itaú Seguros mostra que, do total de indenizações pagas em 2011, 40,2% foram por roubo, outras 17,7% por danos elétricos, 15,2% por vendaval e granizo, 10,7% por raio/explosão/incêndio e 8,1% por desmoronamento. Os valores dos prêmios são influenciados por localização do imóvel, coberturas contratadas, tipo de construção e uso do imóvel (residência ou veraneio), além da importância segurada, informa a Fenseg.

O investimento em outros serviços além do sinistro, atrelados ao seguro residencial, como o Premium Pet, no Bradesco (que inclui remoção emergencial, entre outras facilidades), ou o seguro ambiental (que oferece ajuda para o descarte inteligente de móveis ou eletroeletrônicos), também é uma forma de atrair cada vez mais segurados.

Mas uma das grandes vedetes são os seguros que incluem assistência emergencial dia e noite, com atendimento de encanadores, eletricistas, chaveiros e até técnicos para conserto de eletrodomésticos, entre outros. Só na Itaú Seguros, o serviço gera, em média, 20 mil atendimentos por mês, e paga 30 mil indenizações por ano. "É uma evolução do produto original, que cresceu muito nos últimos quatro anos. Isso mostra o quanto esse mercado é favorável. O cliente procura cada vez mais solução imediata", diz o diretor Ney Dias.

Contratação exige cuidados

Apesar de oferecer proteções diversas para o dono do imóvel dormir tranquilo, contratar um seguro residencial também exige cuidados. De acordo com a Federação Nacional de Seguros Gerais (Fenseg), assim como os demais seguros, antes de mais nada é preciso ler atentamente o contrato, além de avaliar as principais coberturas e indenizações. É essencial também comparar preços e serviços e contratar o seguro apenas com um corretor e uma seguradora habilitados pela Superintendência de Seguros Privados (Susep).

Ficar atento ao que pode aumentar o valor desse seguro e, assim, evitar gastos desnecessários é outra dica importante, diz Federico Salazar, da Caixa Seguros. Segundo ele, proteger o patrimônio só por medo de ser roubado, ou estimar valores muitos altos para proteger bens, não vale a pena. Sem contar que itens como joias, valores em dinheiro, obras de arte ou armas, por exemplo, não são passíveis de cobertura.

"O ladrão não vai chegar de caminhão e levar tudo, apenas o que é fácil carregar. O ideal é segurar aquilo que é possível ser roubado, como eletroeletrônicos, objetos de pequeno porte ou carros, por exemplo. Ou seja: não adianta fazer seguro para o que não se consegue receber depois", orienta.

O diretor de seguro residencial da Itaú Seguros, Ney Dias, é da mesma opinião. Segundo ele, é "exagero" fazer seguro para cobertura de roubo entre

R$ 70 mil e R$ 80 mil, por exemplo. Mas é preciso ficar atento principalmente em condomínios. O executivo explica que, nesse caso, o correto é contratar o seguro residencial individualmente, que deve ser calculado o mais próximo possível da fração que o imóvel representa no valor do terreno. "A pessoa acha que, por estar em um condomínio, está segurada, mas na verdade o que está segurado é o terreno. E, em caso de sinistro, quem recebe é o condomínio."
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Livro auxilia a conquistar sucesso profissional com seguro de vida

Fonte: Revista Apólice - Gabriela Ferigato

O corretor de seguros e diretor-presidente da Miltraseg Corretora de Seguros, Alberto Júnior, participou do almoço de ontem (24) do CVG-SP. Ele apresentou o seu livro “A Lógica”, lançado recentemente, que ensina um método para atingir sucesso profissional com seguro de vida. Segundo Osmar Bertacini, presidente do CVG-SP, o seguro de pessoas está em constante crescimento e o corretor está focando nesse ramo.

Durante palestra, Alberto, que em 13 anos de atuação já realizou mais de oito mil visitas diretas, afirmou que seu modelo de trabalho é falar com as pessoas, o que inclui falar com o maior número de clientes. Em sua opinião, 100 visitas por mês é um número ideal. Com sua experiência no ramo, o corretor elaborou 10 leis para o sucesso profissional na venda de seguro de pessoas, são elas: motivação, organização, persistência, atitude, objetivo, comprometimento, verdade, interesse, fome de conhecimento e disciplina. E uma 11ª lei, que é o do próprio sucesso.

“É necessário colocar as pessoas sempre em primeiro plano. Em primeiro lugar temos que valorizar as pessoas, depois vem o nosso negócio”, afirma Alberto. “Cada um tem o seu estilo próprio. As pessoas têm que buscar onde elas são diferentes, onde está o seu diferencial”, finalizou o corretor.
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Carta verde embala seguro de carros

Fonte: Jornal do Comercio - RS

Automóvel tem sido uma opção dos turistas que decidem desbravar os países do Mercosul

Mayara Bacelar

Eduardo Grillo, da Allianz, diz apólices da empresa já vêm com a cobertura

O volume de brasileiros que desbravam os países do Mercosul é crescente. Somente para a Argentina, são um milhão de turistas, cerca de 20% do total de visitantes que o país vizinho recebe anualmente. No Uruguai, o turismo feito por brasileiros representa 7% do Produto Interno Bruto (PIB). Para chegar nesses e em outros destinos do bloco, muitos viajantes optam por se deslocar de carro. Além dos documentos pessoais, todos os veículos que ingressam nas nações do Mercosul precisam portar a carta verde, cobertura securitária obrigatória para danos a terceiros gerados no país visitado. Com a demanda pelo documento cada vez maior por turistas brasileiros, as seguradoras estão incrementando a oferta da carta verde.

Na Allianz, a carta verde vem sendo apontada como uma das propulsoras no crescimento da carteira de seguro automotivo. Enquanto dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep) apontam para um crescimento de 5,5% da categoria em 2011, a Allianz teve uma elevação de 30% no segmento no mesmo período, sendo responsável pela maior fatia do faturamento da seguradora no mercado gaúcho. Até o ano passado, a carta verde respondia por cerca de 15% das apólices de automóveis.

Hoje, porém, essa conta já não é mais feita na Allianz, que desde o ano passado disponibiliza a carta verde a todos os clientes do seguro de automóveis do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. O diretor da regional Sul da Allianz Seguros, Eduardo Grillo, explica que todas as apólices do segmento já vêm com a cobertura, estratégia que se propõe a desburocratizar as necessidades dos clientes, principalmente na região que mais emite turistas a países do Mercosul por via terrestre. Com a carta verde automaticamente compondo a apólice automotiva, os viajantes não precisam fazer o documento.

“Se na sexta-feira você resolve viajar para Buenos Aires no sábado, por exemplo, no passado era preciso comprar a carta verde para sair de viagem e ter o papel na mão, mas tivemos a percepção de que era um gasto adicional para o cliente, que agora, sendo segurado pela Allianz, deixou de se preocupar em procurar o corretor para obter esse papel”, explica o dirigente. A seguradora também oferta esse seguro com quilometragem ilimitada no destino do viajante, quesito muitas vezes estabelecidos por outras companhias.

O mesmo caminho foi adotado pela Porto Seguro. O diretor de auto da seguradora, Marcelo Sebastião, destaca que, com a constatação de que os clientes da região Sul são os que mais dirigem até países do bloco, a companhia resolveu inserir o documento nas apólices de segurados dos três estados. “Além do movimento usual, houve um incremento de 30% na utilização da carta verde porque as pessoas perceberam que era gratuito e que não precisavam recorrer ao corretor, isso facilitou muito para quem vai a esses países”, frisa Sebastião. Válida para Argentina, Uruguai, Paraguai e Chile, na Porto Seguro o uso da carta verde chega a dobrar no período entre dezembro e fevereiro, além de julho, meses típicos de férias.

Já a SulAmérica Seguros atua com dois planos de carta verde, contratados separadamente de outras apólices. O Plano A oferece os valores mínimos de cobertura (entre US$ 20 mil US$ 200 mil) e o Plano B, que chegam aos limites máximos de cobertura (entre US$ 40 mil e US$ 400 mil). “Na Sul-América, a contratação do carta verde é consequência da experiência satisfatória que o nosso segurado de auto possui com a marca e não o contrário, o que reforça a confiança dos segurados nos serviços prestados pela empresa”, afirma o diretor de automóveis da Sul-América, Eduardo Dal Ri.

Como funciona a Carta Verde

Regulamentada pela resolução Mercosul 120, de 15 de dezembro de 1994, a carta verde é o instrumento legal que turistas de países de bloco possuem para cobrir danos a terceiros não transportados no veículo segurado. Obrigatório, o seguro tem o objetivo de assegurar a resolução de acidentes que envolvam danos materiais e pessoais, morte, invalidez permanente e despesas médico-hospitalares de passageiros do carro atingido no país visitado.

Com vigência máxima de um ano, o documento estabelece a cobertura de danos pessoais no mínimo de US$ 40 mil, podendo chegar ao limite de US$ 200 mil. No caso dos danos materiais, essa margem vai de US$ 20 mil a US$ 40 mil. Esses valores podem ser estendidos pela seguradora, caso seja uma demanda do cliente, mas sempre respeitando o limite máximo de US$ 400 mil para danos pessoais e US$ 80 mil para danos materiais, estabelecidos em acordo do Mercosul. Além disso, a Carta Verde garante ao segurado o pagamento de honorários de advogados e custas judiciais de até 50% da indenização paga, conforme informações da Federação Nacional de Seguros Gerais.

A cobertura é exclusiva para ocorrências no país de destino dos segurados, dentro do Mercosul. No caso de sinistro, todos os trâmites relativos à assistência dos envolvidos em acidentes são efetuados no país onde aconteceu o acidente, com o apoio de seguradoras conveniadas dos países, em moeda local.
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Lloyd´s previne efeitos de eventual colapso do euro

Fonte: Dinheiro Digital

A seguradora britânica Lloyd´s já tem um plano de contingência que reduz a sua exposição a um cenário de eventual colapso da zona euro, revela a edição deste domingo do jornal The Telegraph citando informações do presidente executivo da companhia, Richard Ward.

A instituição tricentenária - especialista em seguros e resseguro - já preparou um plano no qual prevê a conversão (para outras divisas) de eventuais amortizações das responsabilidades e investimentos denominados em euro. Isto para um cenário em que a Grécia abandone o euro e a área monetária entre em colapso.

Ward não acredita que a saída da Grecia leve ao desmoronamento da Zona Euro, mas sublinhou que a Llloyd´s of London tem de estar preparada para essa eventualidade.

Segundo o Sunday Telegraph, a Europa pesa 18% de uma carteira total de 23,5 mil milhões libras esterlinas (cerca de 29,4 mil milhoes de euros) em prémios brutos. Aquela parcela continental de seguros contratados na área euro está pricipalmente distibuída pela Alemanha, França, Itália e Espanha.
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Omint para viagem

Fonte: IstoÈ Dinheiro

Operadora argentina de planos de saúde, focada em clientes de alta renda, cria empresa para vender seguros médicos a quem viaja ao Exterior.

Por Marcelo CABRAL

No ano passado, 5,7 milhões de brasileiros viajaram para o Exterior, uma alta de 7,5% em relação a 2010. É nesse contingente de pessoas que a operadora de saúde argentina Omint está de olho. A companhia estreia em junho no setor de seguro-viagem, um mercado que movimenta até R$ 250 milhões anualmente, com a Premium Assistance. A nova empresa nasce com o apoio da seguradora suíça Ace, a segunda maior do Brasil nesse tipo de seguro, e com 60 mil clientes da Omint, que já contam com serviços de assistência médica e hospitalar, no Brasil e no Exterior. “Vamos transformar um produto que já tínhamos em carteira em um novo negócio, oferecendo os serviços também a clientes que não têm planos de saúde Omint”, diz o carioca André Coutinho, diretor-geral do grupo, que faturou R$ 650 milhões em 2011.

Cartão de embarque: segundo Coutinho, da Omint, a expectativa
é vender 30 mil vouchers da Premium Assistance neste ano.

O objetivo da Premium Assistance é conquistar os passageiros de alta renda que não encontram no mercado pacotes sofisticados de atendimento para emergências em viagens, exatamente o público que a companhia está acostumada a atender. Um dos diferenciais será o valor das coberturas, que podem chegar a US$ 1 milhão para internação e tratamentos. O teto oferecido por esses planos no País, atualmente, é de US$ 200 mil. O pacote da empresa da Omint também dará cobertura para doenças preexistentes, hoje não atendidas nos seguros tradicionais. Até o fim deste ano, o objetivo é vender 30 mil vouchers. Um dos efeitos colaterais da nova empresa, e desejado por Coutinho, é a venda de planos de saúde para os clientes de seguro-viagem.

“Há cerca de 2 milhões de pessoas no Estado de São Paulo com renda disponível para ter um plano nosso”, diz o diretor-geral da Omint. Para atraí-los, a Premium Assistance quer reproduzir o modelo de atendimento que deu certo na Omint. Quem contratar o seguro contará com uma equipe médica exclusiva com suporte aos brasileiros que viajam para o Exterior. Médicos do Brasil estarão em contato com profissionais estrangeiros para acompanhar os casos mais graves e manter as famílias informadas em tempo real. Lá fora, a nova empresa contará com a rede do International Assistance Group (IAG), conglomerado de empresas especializadas em assistência-viagem. A rede do IAG, do qual a Omint é acionista desde 1996, conta com mais de seis mil profissionais, dois mil hospitais e 46 centros de atendimento no mundo. 


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Conrado na Previ

Fonte IstoÉ Dinheiro

Vice-presidente de varejo do BB substituirá Ricardo Flores no comando do maior fundo de pensão da América Latina.

Por Guilherme QUEIROZ

Desgastado por divergências com o Ministério da Fazenda e com o Banco do Brasil, Ricardo Flores deverá deixar a presidência da Previ nesta semana, após cumprir apenas a metade de seu mandato de dois anos. Caso não ocorram acidentes de percurso, ele será substituído pelo carioca da Tijuca Dan Conrado, que deixará a vice-presidência de varejo do banco. A indicação de Conrado para presidir o maior fundo de pensão da América Latina, uma potência com ativos de R$ 160 bilhões e participação em empresas como a Vale, BRFoods e Embraer, põe fim a uma disputa entre as cúpulas da Previ e do BB, que vinha irritando a presidenta Dilma Rousseff.

Confiança: alinhado com Bendini.

Seu nome fora acertado há cerca de 20 dias, quando o ministro da Fazenda, Guido Mantega, e o presidente do BB, Aldemir Bendine, encaminharam a indicação ao Palácio do Planalto. Aos 47 anos, Conrado, amigo pessoal de Bendini, estava no cargo havia apenas quatro meses. O provável presidente da Previ é considerado um dos maiores conhecedores das operações do BB, com passagens por diversos Estados. Em São Paulo, foi um dos responsáveis por integrar o BB com a Nossa Caixa, adquirida em 2008.
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Emprego que faz bem

Fonte: IstoÉ Dinheiro - Guilherme Barros

O aumento do emprego formal é o principal responsável pelo crescimento de beneficiários de planos de saúde, e não a ascensão da classe C, como tem sido divulgado, de acordo com uma pesquisa do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS). segundo Luiz Augusto Carneiro, superintendente do instituto, em 2011, os beneficiários desse tipo de contrato aumentaram 5,8%, contra 1,9% dos planos individuais.
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Dois são presos tentando queimar carro para aplicar golpe em seguro

Fonte: Correio 24h

A dupla faz parte de uma quadrilha especializada em dar golpes em seguradoras a pedido dos proprietários dos veículos

Dois homens foram presos na manhã desta sexta-feira (25) em Camaçari, na região metropolitana de Salvador. Segundo informações da Polícia Civil, os homens foram presos em flagrante tentando incendiar um carro, modelo Pajero. Os nomes dos suspeitos não foram divulgados.

Segundo informações preliminares, a dupla faz parte de uma quadrilha especializada em dar golpes em seguradoras a pedido dos proprietários dos veículos. Os dois suspeitos teriam recebido R$8 mil para destruir o veículo. O caso está sendo investigado pela 18ª Delegacia Territorial (DT/Camaçari).
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Por que o preço do seguro varia tanto de uma seguradora para outra?

Fonte: Top Seguro

Quem está acostumado a realizar cotação de seguros sabe o quanto pode ser imensa a amplitude nos preços da cobertura de um mesmo bem. Mas você sabe ao certo porque o valor desse serviço pode variar tanto, de seguradora para seguradora?

O prêmio imposto pela seguradora ao segurado é uma prestação referente à transferência da responsabilidade de cobertura de eventuais sinistros. O valor do prêmio varia de maneira extraordinária de acordo com os resultados estatísticos dos fatores de riscos, os quais são apurados de maneira diversa por cada seguradora.

Dentre os fatores de risco que mais resultam em alteração no valor da apólice, o perfil do contratante é um dos que mais desperta dúvidas pelos potenciais clientes. O papel da companhia securitária é identificar o tamanho do risco que ela corre ao patrocinar a segurança patrimonial de um indivíduo. Por exemplo, um condutor menor de 25 anos possui, em linhas gerais, muito menos experiência na condução de um automóvel do que um adulto de 38 anos. Esses detalhes podem ser verificados na cotação de seguros.

Outra questão é a região de localização do segurado. Em se tratando de um seguro de imóveis, se os dados estatísticos das seguradoras comprovarem que a região da residência possui um alto índice de roubo e furto, indubitavelmente, esses fatores de risco contribuirão para o aumento no valor do prêmio. Além disso, existem ainda alguns outros fatores peculiares a cada modalidade de proteção como a idade, no caso do seguro de vida, ou o percentual de uso do veículo (no caso do seguro auto).

O trabalho da seguradora é cruzar toda a combinação de dados do usuário e chegar a um valor que consiga expressar o risco a qual a seguradora será exposta na contratação.

Por fim, a inserção de serviços adicionais também pode “inchar” o valor da apólice, já que cada facilidade extra (como serviços de encanador em sua residência, troca de vidros e reparo de talhas) implicará em valores ainda mais salgados na cotação de seguros. Assim, se os fatores de riscos, em sua maioria, não podem ser evitados, os serviços adicionais são itens que devem ser medidos com muita cautela, a fim de não fazer do seguro uma despesa incontrolável.
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Como o perfil do condutor influencia no valor do seguro?

Fonte: Top Seguro

Entre os fatores de risco considerados relevantes na análise estatística das seguradoras, o perfil do condutor é um dos itens de maior destaque na elaboração do preço do seguro. No topo das perguntas frequentes feitas pelos segurados, vale a pena deixar claro que o prêmio pago pelo cliente é apenas um reflexo do cruzamento de um conjunto de dados, tais como região de residência do segurado em questão, índice de criminalidade nas circunvizinhanças, existência de garagem coberta no imóvel, frequência de utilização do veículo e idade do cliente.

Todos esses dados, alvos de perguntas frequentes dos clientes, formam o perfil do condutor, o qual é inserido no sistema da companhia securitária, indicando os verdadeiros riscos a que a empresa está exposta ao garantir a proteção do bem objeto da apólice.

Essas variações de perfil são informações que explicam o porquê um ai de família de uma região chega a valores ínfimos de seguro auto, enquanto seu filho de 25 anos e morador de uma região oposta, não consegue chegar a valores menores do que o dobro da apólice paterna, mesmo quando estamos pensando no mesmo modelo de automóvel.

A propósito, o modelo do veículo também será ponto de partida para avaliar o valor justo do prêmio contratado, haja vista existirem modelos de baixo índice de furto e roubo, enquanto outros possuem facilidade de escoamento de peças, constituindo, portanto, alvo preferido dos assaltantes.

Como pode ser depreendido das afirmações acima, o mercado securitário é altamente complexo e seu sistema de análise de risco envolve uma infinidade de dados ligados ao perfil do condutor, organizados a partir de informações estatísticas que versam sobre o índice de acidentes ocasionados por indivíduos da mesma faixa etária, sexo, se o automóvel será conduzido por outro motorista, entre outras questões relevantes ao preço do seguro.

Dessa maneira, ter as respostas corretas para as perguntas frequentes encontradas nos formulários elaborados pelas seguradoras pode garantir maior sucesso na negociação dos valores da apólice e evitar muitas dores de cabeça no futuro. Fique atento!
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A prescrição do beneficiário no seguro habitacional

Fonte: Lex

O Superior Tribunal de Justiça ao julgar o Recurso Especial, sob número 1.143.962-SP, Relatora Ministra Fátima Nancy Andrighi, em 20.03.2012, decidiu que o prazo prescricional para que o beneficiário do seguro habitacional exerça a pretensão de recebimento de indenização decorrente da existência de danos contínuos e permanentes no imóvel emerge no momento em que, comunicado o fato a seguradora, esta se recusa a indenizar.

Tratando-se, portanto, de dano continuo, sem possibilidade de se definir a data para sua ocorrência e possível conhecimento de sua extensão pelo segurado, não se tem como verificar em principio o dies a quo do prazo prescricional.

Destarte, seria impossível reconhecer a prescrição da pretensão do beneficiário de ser indenizado pela seguradora dos danos relatados quando da elaboração do pleito indenizatório.

Ademais, o STJ já se consolidou no entendimento de que o terceiro beneficiário do seguro não se sujeita ao prazo do art. 178, § 6º, II, do CC/1916, já que não se pode confundi-lo com a figura do segurado. Hoje, este artigo está disciplinado no art. 206, § 1º do inciso II, do atual Código Civil.

A decisão proferida pela eminente Ministra relatora afastou a prescrição reconhecida pelo acórdão determinando o retorno dos autos à origem para melhor análise do caso em espécie.

Penso que no caso de dano contínuo no imóvel, o início do prazo prescricional se dará a partir do conhecimento do último ato lesivo ao bem, pois a sucessão de eventos não permite ao segurado, ou ao seu beneficiário determinar com precisão qual seria a data do início do prazo para pleitear a indenização junto ao segurador.

Ademais, atualmente, em se cuidando de "pretensão do beneficiário contra o segurador, e a do terceiro prejudicado, no caso de seguro de responsabilidade civil obrigatório" o prazo prescricional se dará em três anos, a teor do que preceitua o inciso IX do § 3º do art. 206 do Código Civil.

Por fim, como estabelece a Súmula nº 229 do Egrégio STJ o pedido do pagamento de indenização à seguradora suspende o prazo de prescrição até que o segurado tenha ciência da decisão administrativa da seguradora.

Ao comentar a súmula acima ventilada, disse, Roberto Rosas, verbis:

"Durante o exame do pedido do segurado, após comunicação do sinistro (CC, art. 1.457), fica suspenso o prazo de prescrição até a conclusão se haverá ou não o pagamento da indenização pedida. O prazo recomeça com a ciência dada pela seguradora ao segurado." (Voltaire Marensi, O Seguro no Direito Brasileiro, Síntese, 21; v. Súmulas 101 e 278 do STJ)1.

Dessarte, é preciso reconhecer que mesmo na data da ciência do último comunicado frente a natureza sucessiva e gradual do dano, sua progressão dá azo a inúmeros sinistros sujeitos à cobertura securitária, renovando sucessivamente a pretensão do beneficiário do seguro e, por conseguinte, o marco inicial do prazo prescricional se dará no momento em que a seguradora toma ciência do último evento e, em decorrência desse pedido informa ao beneficiário a decisão de pagar, ou não, a indenização pleiteada por ele.
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Seguradora é condenada a indenizar em R$ 600 mil, parentes de segurado assassinado

Fonte: Lex

O Superior Tribunal de Justiça ao julgar o Recurso Especial, sob número 1.143.962-SP, Relatora Ministra Fátima Nancy Andrighi, em 20.03.2012, decidiu que o prazo prescricional para que o beneficiário do seguro habitacional exerça a pretensão de recebimento de indenização decorrente da existência de danos contínuos e permanentes no imóvel emerge no momento em que, comunicado o fato a seguradora, esta se recusa a indenizar.

Tratando-se, portanto, de dano continuo, sem possibilidade de se definir a data para sua ocorrência e possível conhecimento de sua extensão pelo segurado, não se tem como verificar em principio o dies a quo do prazo prescricional.

Destarte, seria impossível reconhecer a prescrição da pretensão do beneficiário de ser indenizado pela seguradora dos danos relatados quando da elaboração do pleito indenizatório.

Ademais, o STJ já se consolidou no entendimento de que o terceiro beneficiário do seguro não se sujeita ao prazo do art. 178, § 6º, II, do CC/1916, já que não se pode confundi-lo com a figura do segurado. Hoje, este artigo está disciplinado no art. 206, § 1º do inciso II, do atual Código Civil.

A decisão proferida pela eminente Ministra relatora afastou a prescrição reconhecida pelo acórdão determinando o retorno dos autos à origem para melhor análise do caso em espécie.

Penso que no caso de dano contínuo no imóvel, o início do prazo prescricional se dará a partir do conhecimento do último ato lesivo ao bem, pois a sucessão de eventos não permite ao segurado, ou ao seu beneficiário determinar com precisão qual seria a data do início do prazo para pleitear a indenização junto ao segurador.

Ademais, atualmente, em se cuidando de "pretensão do beneficiário contra o segurador, e a do terceiro prejudicado, no caso de seguro de responsabilidade civil obrigatório" o prazo prescricional se dará em três anos, a teor do que preceitua o inciso IX do § 3º do art. 206 do Código Civil.

Por fim, como estabelece a Súmula nº 229 do Egrégio STJ o pedido do pagamento de indenização à seguradora suspende o prazo de prescrição até que o segurado tenha ciência da decisão administrativa da seguradora.

Ao comentar a súmula acima ventilada, disse, Roberto Rosas, verbis:

"Durante o exame do pedido do segurado, após comunicação do sinistro (CC, art. 1.457), fica suspenso o prazo de prescrição até a conclusão se haverá ou não o pagamento da indenização pedida. O prazo recomeça com a ciência dada pela seguradora ao segurado." (Voltaire Marensi, O Seguro no Direito Brasileiro, Síntese, 21; v. Súmulas 101 e 278 do STJ)1.

Dessarte, é preciso reconhecer que mesmo na data da ciência do último comunicado frente a natureza sucessiva e gradual do dano, sua progressão dá azo a inúmeros sinistros sujeitos à cobertura securitária, renovando sucessivamente a pretensão do beneficiário do seguro e, por conseguinte, o marco inicial do prazo prescricional se dará no momento em que a seguradora toma ciência do último evento e, em decorrência desse pedido informa ao beneficiário a decisão de pagar, ou não, a indenização pleiteada por ele.
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Colaboradores da Capemisa participam da Corrida e Caminhada contra o Câncer de Mama

Fonte: Print Comunicação Empresarial

A CAPEMISA Seguradora de Vida e Previdência (www.capemisa.com.br) participará, pela terceira vez consecutiva, da Corrida e Caminhada contra o Câncer de Mama. O evento, que acontecerá no dia 27 de maio, contará com a presença de 30 colaboradores da Seguradora. Todos fazem parte do grupo de corrida da Empresa, instituído pelo Programa Qualivida, voltado especialmente a ações em prol do bem-estar das pessoas e do meio ambiente.

Sobre a CAPEMISA

A CAPEMISA Seguradora está presente em todos os estados brasileiros e sua principal rede de distribuição é o corretor de seguros. A Empresa, que vivencia um crescimento constante, atingiu, em 2011, a marca de R$ 1.658.922 em ativo total. Só em ativos financeiros, a Companhia ultrapassou R$ 1.249 bilhão, o que representa 75% de seu ativo total. Além de atuar no ramo de Seguro de vida e Previdência, o Grupo CAPEMISA passou, em 2012, a operar no segmento de Capitalização.

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Mercado de seguros cresce 19,5% no primeiro quadrimestre

Mais uma vez o setor de seguros brasileiro se destaca pelo pujante crescimento registrado. Dados da Susep, relativos ao primeiro quadrimestre de 2012, apontam que o mercado de seguros cresceu 19,5% em relação ao mesmo período do ano passado, alcançando prêmios de R$ 38,5 bilhões.

A região Nordeste, com 32,4% de crescimente foi a que apresetou maior evolução. No Nordeste os estados que obtiveram indices de crescimento acima da média do mercado foram Sergipe (48,3%), Bahia (39.3%), Ceará (36,8%) e Pernambuco (32,1%).

No Sudeste o crescimento do mercado de seguros foi de 18,5%, com destaque para o estado de Minas Gerais que apresentou alta de 21,7% no setor.

O estado do Paraná, com 26,3%, foi o que mais cresceu no setor de seguros da região Sul que, na média, apresentou crescimento de 21.5%.

No Norte, o crescimento fo mercado alcançou 17,6%, com destaque para os estados do Pará, com 48,6% de crescimento, e Acre, com 21,9%.

A região que registrou o menor crescimento foi o Centro-Oeste com 9.6%, apesar do mercado de seguros ter apresentado forte alta nos estados de Goiás (26,5%) e Mato Grosso (24,5%). Contribuiu para o fraco desempenho da região a queda de 10,7% dos prêmios de seguro no Distrito Federal.
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Consultoria é o novo diferencial da Chubb

Fonte: Jornal do Commercio - RJ

A Chubb do Brasil lançou um produto voltado para proteção de fornecedores de eventos de todos os portes e características no mercado brasileiro, com serviço de consultoria e cobertura para o público, observando o organizador de possíveis problemas.

Na avaliação da responsável pela carteira de entretenimento da seguradora, Juliana Santos, o seguro de evento movimenta cerca de R$20 milhões ao ano e o potencial de negócios ainda é grande. "Atualmente, o mercado de eventos no Brasil não está familiarizado com as vantagens e todos os benefícios que um seguro pode oferecer", diz.

As coberturas para promotoras, organizadoras e fornecedoras de eventos permeiam desde responsabilidade civil, instalação e montagem de estruturas e danos morais até a proteção aos empregados do contratante,Também garante imprevistos como, por exemplo, quedas de estruturas de camarotes e arquibancadas que cedem e ferem o público, tumuitos, morte ouinvalidez permanente resultante de acidente de trabalho, cuttos-circuitosseguidos de incêndio, intoxicação alimentar do público ou dos participantes do evento.

"A Chubb deseja zelar pelo nome do organizador, não somente vender um produto. De acordo com esta premissa, iremos oferecer uma consultoria que permite uma análise mais aprofundada de todos os riscos que o evento está exposto" explica Juliana Santos.

Novos negócios

Já na área de responsabilidade civil geral (RCG), o crescimento de 18% da carteira em 2011, levou a Chubb a implantar uma nova célula especifica de trabalho, cuja finalidade é criar oportunidades de negócios, o que deverá impactar a reestruturação de produtos, a reformulação das cláusulas dos contratos e as novas contratações. A operação será concentrada nas áreas de manufatura, hotelaria, restaurantes, prestações de serviço, ensino e escritórios comerciais.

A seguradora desenvolveu ainda o serviço de loss control especialmente para RCG, cujo propósito é identificar possfveis causas de sinistros antes que eles ocorram.

Diretor de Ramos Elementares da seguradora, Robert Hufnagel destaca que a necessidade de uma nova estrutura de negócios focada essencialmente em RCG surgiu depois de análise de mercado, Pelos números oficias, segundo ele, a rentabilidade dessa modalidade de seguro chega a 47%, "o que demonstra as grandes oportunidadesdeexpansão para o setor"
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Incubaseg selecionará novos projetos de produtos e serviços

Fonte: Jornal do Commercio - RJ

A lncubadora de Negócios de Seguros (Incubaseg) abre inscrições, gratuitas, segunda-feira, para receber projetos e ideias de novos produtos e serviços que facilitem a vida dos consumidores de seguros brasileiros. O regulamento e o formulário online de inscrição, cujo prazo termina em 15 de julho, estão disponíveis no site http://www.incubaseg.com.br.

O público-alvo são alunos da Escola Nacional de Seguros (Funenseg), universitários, corretores de seguros, funcionários de seguradoras ou corretoras e prestadores de serviço de todo o Brasil que desejam explorar uma ideia ou um conceito de negócio e desenvolvê-lo com o apoio da incubadora, Cada candidato poderá apresentar até três propostas. A análise e a seleção dos projetos acontecem entre os dias 16 e 30 de Julho e a divulgação dos selecionados será em agosto.

Os candidatos poderão participar pelas seguintes categorias do mercado de seguros: Produtos (ramos elementares, massificados, capitalização, vida e previdência), Serviços, Processos, Ferramentas (distribuição e comunicação inovadoras) e Tecnologia (soluções de suporte através da internet, redes sociais, celular, aplicativos e softwares).

Investimentos de R$ 1milhão

"Queremos criar oportunidades reais para estimular a capacidade criativa dos alunos da Funenseg, universitários, corretores de seguros e demais profissionais da área com o apoio do laboratório de ideias da Incubaseg", diz o coordenadorgeral da incubadora, Carlos Alberto Oliveira. De acordo com o executivo, o espaço é um hub de soluções com foco em inovação e criatividade.

"Nesta segunda chamada para inscrições, pretendemos atrair, estimular e apoiar ainda mais empreendedores em iniciativas inovadoras nos diversos segmentos de seguros", explica.

Em 2011l, a Incubaseg pré-selecionu 14 projetos de um total de 41 inscritos. Desse total, sete (50%) vieram de São Paulo, e três (21%) do Rio de Janeiro. Os demais projetos selecionados foram apresentados por profissionais da Bahia, Goiás, Distrito Federal e Rio Grande do Sul, com uma inscrição cada (7%). Em 2012, a incubadora, por meio de parceiros, pretende captar cerca de R$ 1 milhão para investir nos projetos.
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Vestibular da Escola Superior Nacional de Seguros está com inscrições abertas

Fonte: Seguro Em Pauta - Funenseg


Com crescimento de 16% no ano passado, o setor de seguros prevê um desempenho ainda melhor em 2012, impulsionado pelo controle da inflação, crescimento do PIB, melhora na distribuição de renda e queda do desemprego. Diante deste cenário positivo, investir em uma carreira neste segmento pode ser uma boa oportunidade para quem está iniciando a vida profissional.

A Escola Superior Nacional de Seguros oferece uma proposta diferenciada para esse público. Desde 2006, a instituição conta com o Curso Superior de Administração com Linha de Formação em Seguros e Previdência, que forma bacharéis em Administração, com o conhecimento adicional sobre seguros e previdência. As inscrições para os vestibulares no Rio de Janeiro e em São Paulo já estão abertas e vão até o dia 10 de julho.

As provas estão marcadas para 15 de julho e, neste semestre, serão preenchidas 45 vagas em cada cidade. As inscrições podem ser feitas no site www.esns.org.br, pela taxa de R$ 30,00. A mensalidade é de R$ 530,00 no Rio de Janeiro e de R$ 620,00 em São Paulo, com desconto de 10% para pagamentos efetuados até o dia 10 de cada mês.

SulAmérica abre inscrições para o Programa de Estágio 2012

Para quem já está na universidade, uma boa oportunidade é o Programa de Estágio 2012 da SulAmérica Seguros, Previdência e Investimentos. Os estudantes podem se inscrever pelo site www.sulamerica.com.br, até a primeira semana de junho, para cerca de 40 vagas previstas para as cidades de São Paulo e Rio de Janeiro. Há chances para todos os cursos. Para se candidatar, o estudante deve ter previsão de formatura de dezembro de 2013 a dezembro de 2014.

Durante o período do programa, que terá início em agosto, a SulAmérica oferecerá uma bolsa auxílio compatível com o mercado, vale transporte e vale refeição. De acordo com a empresa, o número de estudantes efetivados no final do contrato é crescente. “A cada ano contratamos cerca de 50% dos nossos estagiários. Acredito que apostar no segmento de seguros trará muitas perspectivas para a carreira no médio prazo. Mas para isso é necessário muita disciplina e principalmente gostar do que faz”, comenta a diretora de Capital Humano e Administração da seguradora, Vanessa Pina.
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Crise faz crescer procura por seguro de exportação para Europa

Fonte: Valor Econômico

Thais Folego e Felipe Marques | São Paulo

Os últimos desdobramentos da crise europeia têm abalado a confiança do exportador brasileiro. O termômetro desse temor é a procura por seguro de crédito à exportação, que aumentou nas últimas semanas, conforme as empresas brasileiras buscam se proteger de um eventual calote de seus clientes europeus. O crescimento da demanda vem se refletindo principalmente nas coberturas de risco político, depois que a crise da dívida passou a influir nos rumos de eleições na Europa.

Segundo as duas maiores seguradoras que atuam no ramo, a francesa Coface e a espanhola Cesce, a demanda por seguros para cobertura de transações comerciais com países europeus cresceu, em média, 20% nos últimos 30 dias. Ainda que a demanda suba, as seguradoras enfrentam o desafio de não repetir o que aconteceu na crise de 2009. Na época, elas pisaram no freio na concessão de coberturas justamente quando a procura por proteção crescia, temendo que o contágio da crise causasse perdas sistêmicas.

Ainda pouco popular no Brasil, o seguro de crédito cobre uma empresa contra o risco de inadimplência ou atrasos de pagamentos da venda de produtos e serviços realizada a prazo, tanto no mercado local como para exportação. Além da proteção comercial, o seguro pode vir com cobertura para riscos políticos, como o de um país decretar moratória, inconversibilidade da moeda ou bloqueio do câmbio, impedindo o cliente de pagar.

Com a oposição ganhando todas as eleições na Europa, cresceu o temor das empresas de que haja uma guinada política forte na região, diz Daniel Nobre, diretor comercial da Cesce Brasil.

As exportações para países da União Europeia respondem por 20% das vendas brasileiras ao exterior, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. De janeiro a abril, as exportações brasileiras somaram US$ 74,646 bilhões, dos quais US$ 15,763 bilhões para países da União Europeia.

O desafio é equilibrar a demanda das empresas com a prudência das seguradoras. Estamos sendo mais criteriosos na análise dos riscos, diz Marcele Lemos, presidente da Coface. Ela afirma que a seguradora reduziu seus limites de exposição à Grécia e que tem sido mais conservadora nos limites de cobertura para Itália, Espanha, França e Portugal.

Na Cesce, o único corte foi nas coberturas para a Grécia desde o ano passado. Já para os outros países da região, a seguradora tem procurado dar proteção parcial a alguns riscos, em vez de coberturas integrais.

Marcele lista os setores europeus que pedem atenção especial. Na França, na Espanha e na Itália, por exemplo, os setores com maior risco de inadimplência são os de agronegócios, têxtil, e de transportes. Na França e na Itália, preocupa também o segmento de construção e na França e Espanha, o setor químico. Em Portugal, nenhum setor escapa do crivo.

A sangria dos bancos europeus é outro fator importante para entender a procura maior pelo seguro de crédito. Com o aperto de crédito dos bancos europeus, que estão tentando se recapitalizar, as empresas locais têm menos acesso a capital de giro e mais chances de ficarem inadimplentes. Já para as empresas exportadoras brasileiras, há menor oferta de carta de crédito, um instrumento de proteção contra inadimplência, concorrente do seguro de crédito.

Mesmo com o recente aquecimento da demanda, o mercado de crédito à exportação tropeçou no primeiro trimestre. O faturamento foi de R$ 2,8 milhões de janeiro a março, queda de 15,5% ante igual período do ano passado, segundo dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep). Em 2011, a receita do segmento foi de R$ 32,7 milhões, avanço de 12,2% sobre 2010.

O problema na Europa despertou a percepção de risco em várias empresas e responde por uma parte do crescimento do mercado no ano passado, diz Eduardo Marques, diretor técnico da corretora de seguros Marsh. O primeiro trimestre de 2012 foi o quinto período consecutivo de aumento na frequência de pagamento de indenizações de seguro de crédito na zona do euro, segundo estudo da Marsh.

Acompanhando o aumento das indenizações, as aprovações de limite de seguro de crédito se deterioram significativamente, especialmente na zona do euro, aponta o relatório da corretora.

Mas não é só a Europa a responsável pela maior demanda por seguro de crédito. A vizinha Argentina também tem contribuído. A demanda de seguro para exportação ao país tem crescido nitidamente, conta Marcele. Com as recentes medidas de restrição à importação tomadas pelos hermanos, a Coface tem oferecido cobertura para riscos comerciais, mas tem pensado duas vezes antes de cobrir risco político. Não se sabe se pode vir medida nova que possa prejudicar os negócios, diz Marcele.
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Susep aprova medidas para constituição de entidades autorreguladoras de corretagem

Fonte: Assessoria da Susep

O Conselho Diretor da Superintendência de Seguros Privados (Susep), em reunião realizada nesta quarta-feira (23/5), aprovou a Circular que dispõe sobre as condições para constituição, funcionamento e extinção de entidades autorreguladoras. Estas empresas funcionarão na condição de órgãos auxiliares à Susep para o exercício das atividades de autorregulação de corretagem de seguros, resseguros, capitalização e previdência complementar.

A Circular determina que a constituição, transformação, autorização ou cancelamento das empresas autorreguladoras depende de prévia e expressa aprovação da Susep.

As entidades autorreguladoras deverão fornecer à autarquia, sempre que solicitado e de forma irrestrita, informações sobre quaisquer processos, reclamações, denúncias e questionamentos sobre situações de que sejam parte membros associados. A Susep também terá acesso a toda documentação e às bases de dados, concernentes às atividades da entidade e à identificação dos membros fiscalizados.

As condenações definitivas de suspensão e cancelamento de registro, proferidas no âmbito das entidades autorreguladoras, serão encaminhadas à Susep, com cópia integral dos autos, para revisão e, se for o caso, implementação.

A Susep poderá, a seu critério, anular ou aplicar penalidade complementar à aplicada pela autorreguladora, cabendo, nesta hipótese, recurso ao CRSNSP.

As entidades autorreguladoras disponibilizarão em sua página na internet o acesso à base de dados, rigorosamente atualizadas, para consulta pelas sociedades seguradoras, resseguradoras, capitalização e previdência complementar, quanto à situação de regularidade dos membros associados.
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Susep reformula requisitos para elaboração de convênios junto ao Dpvat

Fonte: Susep

Os contratos deverão ser acertados diretamente com os Sincors, sem que haja intermediação de qualquer outra instituição

O Conselho Diretor da Superintendência de Seguros Privados (Susep) estabeleceu uma série de requisitos que deverão ser observados pela Seguradora Líder, que administra os recursos provenientes do DPVAT, na elaboração de convênios a ser firmado com os Sindicatos de Corretores (Sincors) de todo o país. A partir de agora estes contratos deverão ser acertados diretamente com os Sincors, sem que haja intermediação de qualquer outra instituição.

O objetivo da medida é dar maior transparência nas ações das partes envolvidas. Os contratos deverão conter cláusulas que fixem com clareza obrigações e critérios, mensurando os serviços prestados aos segurados e beneficiários do Seguro DPVAT. Os pagamentos efetuados pela Seguradora Líder deverão estar adequados aos serviços executados.

As receitas repassadas aos Sincors deverão ter como base proporcional a arrecadação do Seguro DPVAT em cada unidade da Federação no exercício anterior. O valor desta parcela deverá está compreendido entre o piso de R$ 10 mil e o teto de R$ 100 mil. Os sindicatos ainda poderão receber o valor fixo de R$ 5 mil por ponto de atendimento ao público.

Também haverá avaliação da qualidade do atendimento prestado pelos Sincors aos usuários do Seguro DPVAT. Será levada em consideração a eficiência dos serviços prestados nos pedidos de indenização, sendo calculada a quantidade de sinistros pagos no semestre anterior em comparação ao arrecadado no estado onde fica sediado cada sindicato.

Desta forma, o percentual obtido será comparado ao corresponde realizado em nível nacional. O sindicato que apresentar percentual igual ou até 10% maior que a média total, receberá 10% do valor da primeira parcela; caso este percentual ultrapasse os 10%, o sindicato receberá 20%.

A Seguradora Líder como forma de controlar a efetiva qualidade da prestação dos serviços dos Sincors, deverá instituir sistema de auditoria próprio.
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Susep realiza apresentação ao mercado

Fonte: Susep

O tema apresentado foi Notas Explicativas: Percepções do Supervisor

A Coordenação Geral de Monitoramento de Solvência da Susep (CGSOA) realizou uma apresentação ao mercado nesta quinta-feira (17/5), com o tema: Notas Explicativas: Percepções do Supervisor. Além de comentar as notas explicativas das Demonstrações Financeiras de dezembro/2011, os palestrantes abordaram outros tópicos como: as atribuições da Coordenação de Aferição de Solvência (COASO), a Comissão Contábil da Susep, a divulgação das Demonstrações Financeiras no sítio da Susep.

Adicionalmente, foram apresentadas sugestões para o aperfeiçoamento das notas explicativas nas Demonstrações Financeiras de 2012, visando melhorar as informações divulgadas pelo mercado supervisionado ao público em geral.
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Fitch: Saída grega da Zona do Euro impactaria seguradoras de todo o bloco

Fonte: InfoMoney

SÃO PAULO - Os seguros de vida na Itália e na Espanha são os mais expostos a uma saída grega da Zona do Euro, por meio do efeito de contágio, enquanto que os seguros alemães e britânicos se mostram melhor isolados dos riscos crescentes. A avaliação é da agência de classificação de risco Fitch.

Ainda que o mercado de seguros no Reino Unido e na Alemanha se mostre mais protegido, em cada país há ao menos uma notável exceção, alerta a agência.

Essa ponderação torna-se importante na medida em que tenta captar o quanto essas economias, e as dívidas dos bancos, poderiam ser atingidas por um colpaso caso Atenas decidisse deixar bloco de moeda única. A Fitch disse ainda que a saída da Grécia não está em seu cenário base, mas se isso vier a acontecer, os italianos e os espanhóis estariam mais próximos de um colapso.

"As seguradoras italianas e espanholas provavelmente teriam suas notas colocadas em observação negativa ou seria rebaixadas após ações similares nos ratings soberanos - mesmo se a saída grega fosse acompanhada por uma resposta política da União Europeia", afirmou a agência.

Segundo a Fitch, as seguradoras italianas possuem maior exposição aos títulos da dívida da Itália do que as espanholas à dívida da Espanha. No entanto, há uma ressalva. "As seguradoras espanholas possuem mais exposição aos bancos domésticos e alguns deles podem depender de ajuda do governo".
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Seguro de bem com a balança

Fonte: Sonho Seguro - Denise Bueno

De março a maio desse ano, 40% dos colaboradores da CNseg (Confederação Nacional das Seguradoras) reduziram cerca de 185 kg do peso. É que boa parte da equipe aderiu ao Programa Mais Leve, uma parceria da Confederação com os Vigilantes do Peso. A ação, de reeducação alimentar, é voltada para o público interno e visa incentivar os colaboradores a adotarem hábitos alimentares nutritivos e promoverem mais qualidade de vida. “Estamos investindo em diferentes áreas, também mudamos o cardápio dos lanches de confraternização, agora com opções mais saudáveis”, diz Solange Beatriz Mendes, diretora-executiva da CNseg.

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Sincor-PE desenvolve ações de suporte ao atendimento do DPVAT

Fonte: CQCS | Lorena Orsi

Para que não haja o risco de pagamento de “honorários” indevidos, o Sincor-PE está dando suporte aos atendimentos do DPVAT. Segundo a presidente do Sindicato, Claudia Cândido, a assistência foi dividida entre a região metropolitana do Recife e em importantes cidades do interior de Pernambuco.

“Ao descentralizar as ações de orientação e resgate do seguro, criamos núcleos de atendimentos nas delegacias de cidades polos, como Caruarú, na zona do agreste pernambucano, a 130km do Recife, e em Petrolina, no Sertão do São Francisco, cerca de 700km da nossa capital”, explica a presidente.

O Nordeste lidera o ranking de acidentes de trânsito do Brasil e só no último trimestre, 3.045 atendimentos foram mediados pelo Sincor. Sobre o assunto, Claudia explica que é preciso investir fortemente na escolaridade dos jovens e na educação dos adultos, para que se forme uma consciência cidadã de respeito às leis do trânsito e de punição severa aos infratores.

“Sem que essas providências sejam implementadas, continuaremos a sofrer com essa alta sinistralidade, uma espécie de epidemia que já apavora as autoridades médicas de todo o país porque os pronto socorros estão recebendo centenas de vítimas de acidentes de motos por dia no Brasil”, comenta.

A presidente ainda aponta que a assistência ao DPVAT, embora não remunere o corretor, os aproxima da população. “Cria-se um laço de amizade e respeito profissional, que pode gerar interesses em produtos e auxilia a disseminação da cultura dos seguros. Portanto, o DPVAT é também uma ferramenta estratégica para ajudar a mudar a mentalidade da sociedade quanto à importância de se obter seguros nos mais diversos níveis de necessidades e de situações pessoais e corporativas específicas”.
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